sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Os amigos nos ligam ao mundo

Confraria, no dicionário Aurélio, Irmandade, Sociedade, Associação. Pois foi assim que surgimos como uma irmandade, uma reunião de amigos. Todos precisamos de amigos. Com eles, compartilhamos o que de melhor temos em nossas vidas e tudo o que somos, nossas conquistas pessoais e nossos fracassos, nossos projetos e desejos, nossos sonhos e frustrações.
Gabriel Chalita nos diz que “o ombro dos amigos é como uma rocha para onde nos dirigimos quando precisamos de apoio, a presença dos amigos é a certeza de não estarmos sozinhos diante das maravilhas e dificuldades de que a vida está repleta”.
Ninguém é uma ilha, você já deve ter escutado isso – Robinson Crusoé – do inglês Daniel Dafoe. Precisamos viver em sociedade. E a comunidade social é ampla e complexa.
Daí surge outra necessidade, a de aprofundar o humanismo, a propósito das capacidades de justiça social. Os confrades agora querem mais, não querem fazer parte da platéia, desejam ser protagonistas do seu tempo, mesmo que de forma modesta ou verticalizada, mas verdadeira.
Somos seres gregários, portanto, vivemos em bando e precisamos viver harmoniosamente bem com a comunidade a nossa volta.
Por isso, a confraria tem atitudes e compromissos sociais. Ajudar quem está numa situação desfavorável socialmente, na parte de baixo da pirâmide, à margem do sistema. No Círio cestas básicas, no Natal, cestas básicas e brinquedos, participando ativamente da vida local. E aonde isso vai parar? Não sei. Só sei que para viver de acordo com a ética, devemos praticar as virtudes, tanto diante de nossos amigos, quanto diante das pessoas que não conhecemos. Esta é a confraria e este blog vai reunir pensamentos, idéias e reflexões a respeito da vida e do mundo.
 
Por Raphael Lennon.

Um comentário:

  1. Raphael e Raissa, Parabens por dar vida novamente ao nosso blog, VALEU MESMO.

    Eliezer Silva
    Confrade Senior

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