Alguns clics das pessoas que participaram da grande festa, que teve na confraria no último sábado, dia 30 de junho. A comunidade do Conjunto Catalina, Xavante I, II e II, Benguí e Pantanal compareceram em peso!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O Arraial da Confraria (part. 1)
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Reportagem
"Ah como eu gostaria de poder cantar a paz, como realidade não um sonho, poder ligar a TV e ver exatamente o contrário do que eu vejo agora..."
Como todos sabem, no último domingo, dia 24, o meu primo e nosso querido amigo foi assassinado injustamente. Agora, nossa alegria está suspensa e por um bom tempo até nosso sorriso será triste. O que fica são as lembranças e as recordações maravilhosas que temos de uma pessoa calma, pacata e honesta, que vai nos deixar muitas saudades. Por algum motivo, pelo mistério da vida e da morte, ele estava na hora errada, no lugar errado. Mas nunca vamos esquecer do seu sorriso e do seu jeito de lhe dar com a vida. Fica em paz Carlos Rodrigo, o nosso querido Lorico, e nos proteja, que tenho certeza que onde você está é bem melhor do que esse lugar covarde em que vivemos. Te amaremos, para sempre.
Abaixo está o link do vídeo da reportagem do jornal O Liberal, sobre o caso. Achamos necessário divulgar tudo isso, para deixar bem claro que o Lorico, não tinha envolvimento nenhum com torcida organizada.
http://g1.globo.com/pa/para/jornal-liberal-2edicao/videos/t/edicoes/v/a-policia-investiga-a-morte-de-dois-homens-no-bairro-da-cremacao/2011146/
Com carinho, Raissa Lennon.
Como todos sabem, no último domingo, dia 24, o meu primo e nosso querido amigo foi assassinado injustamente. Agora, nossa alegria está suspensa e por um bom tempo até nosso sorriso será triste. O que fica são as lembranças e as recordações maravilhosas que temos de uma pessoa calma, pacata e honesta, que vai nos deixar muitas saudades. Por algum motivo, pelo mistério da vida e da morte, ele estava na hora errada, no lugar errado. Mas nunca vamos esquecer do seu sorriso e do seu jeito de lhe dar com a vida. Fica em paz Carlos Rodrigo, o nosso querido Lorico, e nos proteja, que tenho certeza que onde você está é bem melhor do que esse lugar covarde em que vivemos. Te amaremos, para sempre.
Abaixo está o link do vídeo da reportagem do jornal O Liberal, sobre o caso. Achamos necessário divulgar tudo isso, para deixar bem claro que o Lorico, não tinha envolvimento nenhum com torcida organizada.
http://g1.globo.com/pa/para/jornal-liberal-2edicao/videos/t/edicoes/v/a-policia-investiga-a-morte-de-dois-homens-no-bairro-da-cremacao/2011146/
Com carinho, Raissa Lennon.
terça-feira, 26 de junho de 2012
LUTO
Utilizo o espaço do blog da confraria também por saber que ele tinha um apreço especial pelos confrades e pelo nosso espaço de lazer onde sempre que podia ficava horas “jogando conversa fora” como dizia... As fotos do carnaval da Confraria, como esta ao lado, registram a presença dele junto com o nosso grupo – material raro – já que era avesso às fotos.
Mas uma vez a violência urbana e a intolerância avançam sobre nossa cidade de forma brutal e insensata, disseminando medo e insegurança. É preciso uma mobilização coletiva para pressionar as autoridades a realizarem políticas de segurança pública eficazes para minimizarem os efeitos dessa violência ou ficaremos num barco à deriva buscando justiça e paz. Dilacerado na alma, reproduzo um texto do escritor César Cardoso:

Matemática Moderna
João foi à feira com 5 reais e comprou duas couves, meia dúzia de laranjas e cinco tomates. Ficou com 1 real e 70 centavos de troco e, na volta para casa, foi atingido por uma bala perdida, morrendo na calçada antes da chegada de uma ambulância. Joana foi ao shopping com um cartão de crédito e comprou dois tops, um par de sandálias e três batons. Gastou 124 reais e 70 centavos e, na saída do shopping, foi atingida por uma bala perdida, morrendo sem que se tenha identificado o autor do disparo.
Sabendo que a morte de João saiu num canto da página 10 e que a de Joana foi manchete de primeira página por uma semana; Sabendo que o preço de um anúncio de jornal na primeira página é 178 por cento mais caro que o mesmo anúncio na página 10; E sabendo que João e Joana estão mortos;
Responda: Qual o valor da vida humana?
sábado, 26 de maio de 2012
Em homenagem as mães!
Demorou, mas taí as fotos da confraternização da Confraria em homenagens as mães confrades. Como de costume, foi uma reunião cheia de alegria, com muita comida e discussões carinhosos para as mulheres mais especias do mundo: as mães.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
O mundo inteiro não vale...
Quem
está batendo? Que telefone é esse? Será que eu paguei a conta?
Mas então eu abro os olhos. Calma,
está tudo bem, é apenas o maldito despertador chamando para o maldito
engarramento no ônibus lotado que me leva ao maldito escritório. Ai, graças a
Deus! Podia ser tiroteio entre a polícia, os traficantes, os bicheiros, os
donos de van, os donos de bingo, os donos de puteiro, os donos de cachorros, os
donos de qualquer coisa que outra pessoa está tentando roubar pra virar dono...
Ou o tanque do exército procurando a paçoca da sobremesa do general que algum
cachorro roubou, e desde então todos os cachorros da cidade estão sendo
cuidadosamente esquartejados e seus estômagos milimetricamente abertos à faca e
seu conteúdo levado aos laboratórios para que se descubra o destino da paçoca
de uso exclusivo das forças armadas. Aumentou muito a oferta de emprego para
quem trabalha em laboratório.
Eu preciso ir num laboratório.
Talvez eles descubram por que vem sempre este enjôo, este gosto ruim na boca
enquanto eu escovo os dentes. Eu não sei por que meu estômago cisma de ficar
perguntando: tem alguém passando a perna na gente? Tem? Tem? Deve estar mesmo
doente o meu estômago. Eu queria fazer uma dessas operações em que se arranca o
estômago ou se bota um balão no lugar dele, sei lá. O pior é que ele não pára.
Daí eu paro na porta do banheiro e começo a examinar minha família.
Meu filho. Ele continua na escola,
isso é bom. Mas continua na oitava série. É a terceira vez. Ele é burro ou está
se drogando? Graças a Deus, tenho quase certeza de que ele usa drogas. Eu uso e
reconheço isso de longe. Mas ele pode estar vendendo drogas. Será que ele vai
virar traficante, vai em cana, vai ser morto bem aqui na porta com dez tiros
nas costas, vai deixar algum dinheiro pra eu pagar as dívidas? É difícil saber.
E minha filha? Vive no baile funk. O
que ela está fazendo lá? Cultura ou putaria? Eu não sei. Vai ver que putaria é
cultura. Ou cultura é que é putaria. Isso é muito confuso.
Minha mulher. Por que a gente vive
junto? Por que a gente não se separa? Por que a gente se casou? São essas
perguntas que estragam um casamento. Então eu não pergunto nada. E também não
respondo. Vou tomar umas na esquina. Ela reclama que eu almoço e janto na
esquina. Me mandou morar na esquina. Ela pensa que me dá ordens mas não dá não.
Eu é que obedeço.
Aqui na esquina a coisa não melhora.
Um sujeito quer me convencer a não votar nos caras que disseram que íam mudar
tudo e acabar com a roubalheira e que mudaram os seus hábitos e foram pegos
roubando. Eu tenho é que votar nos caras que roubaram antes deles e que
prometeram voltar para acabar com a roubalheira que eles começaram e que os
honestos continuam. Eu preciso pensar. De quatro em quatro anos eu tenho a
chance de votar certo e mudar tudo. Tudo! É um milagre mas eu preferia acertar
na loteria. Tudo é tão difícil.
Ultimamente só se fala em roubo. De
uma simples carteira pra comprar cerveja a um país inteirinho pra pegar
petróleo. Funda-se um banco como se fosse uma igreja e igrejas como se fosse
bancos. Já teve feudalismo, capitalismo, socialismo, não sei se foi nessa ordem
mas sei que agora o mundo se reorganizou em quadrilhas. Al Capone deve estar
orgulhoso no céu dos mafiosos. O futebol por exemplo. Antigamente só o juiz
podia ser ladrão. Eu não entendo.
Minha mulher vive dando mil razões
pra gente ir viver no campo. No campo fica-se longe dos conflitos da cidade...
e pertinho dos conflitos do campo. Sem falar nas abelhas e nos marimbondos.
Depois
da quinta cerveja aqui na esquina eu decido voltar pra casa, ligar o gás e me
matar. Mas cadê dinheiro pra comprar o botijão? O jeito é pegar o maldito
ônibus para o maldito escritório. Mas alguma coisa começa a tocar dentro da
minha cabeça e eu pergunto: Quem está batendo?... Texto do escritor Cesar Cardoso.
Raphael Lennon. Presidente da Confraria Alta Qualidade. Gestão 2012.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
TEU POVO TE QUER DE VOLTA, BELÉM!
Ainda te chamam de menina morena, mesmo prestes a te
tornares quatrocentona.
Mas
há de se perguntar, às vésperas do teu quarto centenário:
Será
que tá tudo bem, Belém?
Em
tuas ruas, além das sombras das frondosas mangueiras a amenizar o calor,
recrudesce, dia e noite, o sombrio abandono das tuas crianças.
Em
tua atmosfera, o cheira-cheira do tacacá e o delicioso aroma das tuas frutas
concorrem com o lixo que não suportamos cheirar.
Em
tuas escolas, onde o presente é de esquecimento, educadores e estudantes te
imploram pelo futuro.
Teus
filhos e filhas, largados à própria dor, nos corredores e no chão das unidades
de saúde, sem remédio para aliviar os males, sem tratamento e atenção, reclamam
teu colo de mãe.
Teu
povo te quer de volta, Belém!
Teu povo te quer liberta do abandono
do maltrato.
Teu
povo, amável e hospitaleiro, lutador e insubmisso, te quer de volta!
Belém,
Belém, que todas as manhãs acorda a feira na beira do Guajará, eis aqui o teu
povo desperto e ávido para saciar os murmúrios de saudades que há muito latejam
no peito.
Saudades
da nossa Belém cheirosa e formosa.
Saudades
da nossa Belém que abraçava e acolhia o seu povo e por este era abraçada e
acolhida.
És,
Belém, nossa bandeira.
És,
Belém, nossa terra, nossa casa, nosso chão.
E é
por ti, Belém, que conclamamos o teu povo à luta.
É por
ti, Belém, que conclamamos o teu povo a um esforço que não cabe num único
segmento da sociedade, ou numa única pessoa, ou num único partido.
E a
que luta e esforço nos referimos?
A
luta e o esforço para devolver Belém ao seu povo; para devolver o povo à sua
cidade; para devolver à Belém e ao seu povo o direito a um presente e a um
futuro de justiça e felicidade.
Mas
se essa luta e esse esforço não cabem num único segmento social, ou numa única
pessoa, ou num único partido, cabem muito menos aos que usurparam as riquezas
da nossa cidade e seqüestraram a esperança de seu povo.
Essa
luta e esse esforço são dos que fazem da busca por justiça e felicidade
coletivas, a razão de ser dos eleitos e a única razão ética que justifica os
governos.
O
governo de Belém a ser eleito para o próximo quadriênio (2013 a 2016) será o
governo dos 400 anos. Façamos valer o dito popular segundo o qual cada povo tem
o governo que merece.
E que
governo o povo de Belém merece em seus 400 anos?
O que
merecemos, e queremos, é um governo que governa com participação e controle
social; que cuida de suas crianças e idosos; que preza e pratica a
solidariedade; que governa com transparência; que não usurpa, malversa ou
dilapida o bem público; que busca obstinadamente a justiça e a felicidade para
todos; que mira o futuro sem descuidar-se do presente de seus filhos e filhas,
naturais e adotivos.
O
povo de Belém quer de volta o direito a um presente e a um futuro dignos. Quer
de volta o direito de sonhar, pois já o provou, não faz muito tempo, e não
esquece o gosto.
Este
manifesto, mais do que uma declaração de amor por Belém, é o ato inaugural de
um movimento cívico no qual o povo de Belém é o protagonista.
Com
fé no que virá, exortamos homens e mulheres, jovens e idosos, trabalhadores, empresários,
estudantes, enfim, todos e todas, a aderirem a esse movimento cívico que haverá
de devolver Belém ao seu povo.
Manifesto extraído das redes sociais: www.belemnasmaosdopovo.wordpress.com
Raphael Lennon.
Presidente da Confraria Alta Qualidade. Gestão 2012.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Você é apenas um outro tijolo no muro...
Recentemente, Roger
Waters ex-líder da banda inglesa Pink Floyd esteve no Brasil para realizar uma
serie de shows pelo país apresentando um dos maiores espetáculos de música do
planeta: the wall, o muro em
português.
Recheado de músicas auto-biográficas e críticas ao
sistema dominante vigente, encantou o mundo pela observação minuciosa e
decodificação da sociedade contemporânea.
Na sua música de maior impacto mundial e carro-chefe do
espetáculo Another Brick In The Wall questiona
a liberdade dentro e fora do ambiente escolar, haja vista que se constitui como
uma crítica social latente.
Sob outro aspecto, pode-se dizer que o teórico Émile
Durkheim trabalhou em seus escritos a idéia de que o homem possui uma autonomia
relativa, ou seja é produto, resultado das transformações e concepções de uma
determinada sociedade.
Já para o filósofo francês Sartre, o homem é o ser pelo
qual o nada vem ao mundo. Isto é, o homem é nada e, consequentemente, pode e
deve escolher-se a si mesmo. É um projeto, é um perpétuo fazer-se, é uma
escolha a partir da liberdade.
Divergindo de Sartre, Burrhus Skinner, psicólogo
norte-americano, nos diz que a liberdade é um mito divulgado pelas filosofias
e, por essa razão, propõe um controle sobre o comportamento e a cultura dos
homens como saída para uma vida plena e feliz.
Já para o escritor russo Feodor Dostoievsky que
privilegia a análise psicológica das personagens em Os irmãos Karamazov, apresenta o livre-arbítrio como uma “carga
terrível” que o homem deve suportar em sua existência.
Na esteira dos
filósofos existencialistas ateus, como Sartre, Camus, Heidegger, Merleau-Ponty,
a liberdade do homem é afirmada com a “morte de Deus”. Sendo assim, Dostoievsky
escreveu: “Se Deus não existisse, tudo seria permitido”.
Insistindo ainda nas concepções dos pensadores, Immanuel
Kant, filósofo prussiano escreveu: “Considerando a cadeia inquebrantável dos
acontecimentos naturais, é possível dizer que a liberdade é nada menos que uma
ilusão.
Portanto, por qualquer ótica que se apresente, o tema
liberdade gera muita polêmica e celeuma, já que não é um conceito simples de
ser abordado e construído historicamente.
Dessa forma, é preciso fazer um exercício profundo para
dentro de si mesmo para responder questões complexas, entre elas: Você é ou não
é apenas um outro tijolo no muro?
Raphael Lennon. Presidente da Confraria. Gestão 2012.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Semana Santa em Santarém
Amigos, depois do prazer de conduzir a confraria por um ano, terei também o prazer de rever o Tapajós, que neste momento se agiganta sobre a cidade de Santarém, que talvez tenha uma das maiores cheias dos últimos anos. Os peixes estão mais escassos, mas a beleza desse rio continua a mesma. Helyo Figueira.
domingo, 18 de março de 2012
AGENDA MÍNIMA
AGENDA MÍNIMA, PRIORIDADES PARA O ESPAÇO DA PRAÇA, PRÓXIMOS EVENTOS,ENCONTO NA SEXTA FEIRA DIA 23 DE MARÇO. PARABÉNS RFAPHAEL
JORGE.
JORGE.
quarta-feira, 7 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
A Confraria chamou, pra ver a banda passar...

"Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem
A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O velho fraco se esqueceu do cansaço e pensou
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela
A lua cheia que vivia escondida surgiu
Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor
Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou
E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor..."
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor..."
A banda (Chico Buarque)
Um resgate dos grandes carnavais!
Nem a chuva conseguiu estragar a festa que aconteceu no último dia 11 de fevereiro, no conjunto Catalina, bairro do Mangueirão. O segundo grito de Carnaval da Confraria surpreendeu a todos com sua ótima organização e alegria de sobra. Um resgate a cultura do Rei Momo e a tradição dos antigos carnavais, com a banda tocando diversas marchinhas carnavalescas. Mas nada disso seria possível se não fosse a comunidade comparecer, com suas fantasias e com seu entusiasmo. Alias, foi surpreendente o quantidade de crianças que fizeram a festa no evento. Aqui estão algumas fotos que registraram o grande momento.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Primeiro grito de Carnaval da Confraria!
Assinar:
Postagens (Atom)








.jpg)
.jpg)












