Andava com profunda nostalgia;
Como se empregasse o tempo todo a cizânia;
Sístole e diástole, não havia sincrônia;
Não havia alquimia pra estancar hemorragia;
Não estava nada bem, estava muito mal;
Ainda bem que chegou o carnaval;
E seu coração entrou em festa tropical;
Ninguém entendeu o seu astral;
E de repente, de novo a alegria;
E como numa perfeita parceria;
começou a frequentar a confraria...
A comunidade estupefata, não entendia;
Pra ele, o carnaval é todo dia;
E todo mundo começou a maldizer a confraria;
Seita, Doutrina ou mais-valia?
Mas que diabo é essa tal de confraria?

Nenhum comentário:
Postar um comentário